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Cidade antiga · Andina · Peru

Caral

Caral, no vale de Supe, 182 km ao norte de Lima, é muitas vezes chamada de a cidade mais antiga das Américas: suas pirâmides, praças e casas foram construídas a partir de cerca de 2600 a.C., enquanto as grandes pirâmides do Egito eram erguidas. O núcleo ocupa mais de 60 hectares de um terraço desértico acima do verde fundo do vale, e o templo principal tem 28 metros de altura.

Por que visitarVale a pena para ver a primeira cidade monumental das Américas, com um guia do sítio que a explica.
Ingressoa partir de PEN 11 o guia obrigatório do sítio é pago à parte
Tempo de visitaCerca de 2 horas no sítio
HorárioDas 9h às 17h todos os dias

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Caral

Foto: Håkan Svensson Xauxa, CC BY 2.5

Ingressos para Caral: qual escolher

Nossa escolha para cada tipo de visita, com datas e preços atualizados da GetYourGuide. Cancelamento gratuito na maioria.

Ideal para: Primeira visita, saindo de Lima

Transporte na longa viagem rumo ao norte, com guia e saída cedo, para chegar com bastante luz do dia e evitar as trocas de ônibus e táxi.

  • Privativo, com horário flexível: From lima full day private caral tour Carro e motorista só para você a partir do seu hotel em Lima, para escolher o horário de saída e parar para almoçar ou no litoral na volta.
  • Dois sítios antiquíssimos num dia: Caral bandurria day trip Acrescenta Bandurria, outro assentamento costeiro muito antigo perto de Huacho, para aproveitar melhor a longa viagem a partir da capital.

Todos os 21 ingressos e passeios ↓

Ingressos e passeios: todas as opções

Caral é administrada pela Zona Arqueológica Caral, o órgão estatal que a escava desde 1994. Os visitantes pagam uma pequena taxa na entrada, contratam ali um dos guias obrigatórios do sítio e percorrem um circuito fixo enquanto o guia explica cada edifício; para viajantes individuais, não há nada para reservar. A maioria dos visitantes estrangeiros vem num passeio, porque o sítio fica no fim de uma estrada de vale, longe de qualquer cidade.

Os passeios vendidos on-line são quase todos bate-voltas de dia inteiro saindo de Lima, que partem antes do amanhecer e voltam à noite, depois de cerca de sete ou oito horas de estrada no total. Incluem transporte e guia, muitas vezes a entrada e às vezes um almoço simples em Supe ou Barranca. Os passeios privativos custam mais, mas permitem escolher o horário de saída. Alguns acrescentam Bandurria, um assentamento costeiro antigo perto de Huacho, ou Áspero, a cidade pesqueira na foz do rio Supe que pertencia à mesma cultura. Alguns combinam a visita com uma caminhada no deserto, e também há serviços privativos que partem de Barranca para quem se hospeda mais perto.

Para a maioria das pessoas, um passeio de um dia em grupo saindo de Lima é a opção prática. Se quiser uma visita mais tranquila, passe a noite em Barranca e chegue a Caral de táxi pela manhã.

O que ver em Caral

Pirâmide Maior

O circuito começa na metade alta da cidade, onde a Pirâmide Maior, com cerca de 150 por 110 metros e 28 metros de altura, se ergue em plataformas escalonadas de pedra e terra. À sua frente fica uma praça circular rebaixada onde se realizavam cerimônias. Repare na escadaria que sobe pela frente e nos restos de cômodos no topo.

Pirâmide da Huanca

Mais adiante, uma única pedra alta fincada, a huanca, ergue-se diante desta pirâmide menor e era provavelmente um marco sagrado ligado aos seus rituais. Sua posição também se alinha com outros edifícios da metade alta. Daqui se tem uma boa vista de toda a cidade alta e, mais abaixo, do verde vale de Supe.

21 ingressos e passeios para Caral

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16 passeios saindo de Lima →

Pirâmides Central e da Galeria

O percurso passa pela Pirâmide Central e pela Pirâmide da Galeria, cada uma cercada por sua própria praça e por casas da elite. Os escavadores encontraram aqui ossos de leão-marinho e outros alimentos de luxo, sinais da riqueza de quem vivia por perto. Procure os fogões com dutos de ar subterrâneos, onde se queimavam oferendas.

Templo do Anfiteatro

Passando à metade baixa da cidade, este templo tem uma grande praça circular rebaixada com assentos em degraus. Os arqueólogos encontraram aqui um conjunto de flautas feitas de ossos de condor e de pelicano e cornetas de osso de cervo e de lhama, o que sugere que a música tinha um papel central nas cerimônias. Há cópias na pequena exposição do sítio.

Bairros residenciais

Ao redor do templo baixo ficam as casas das pessoas comuns, menores do que as da cidade alta, com cômodos usados para várias finalidades. Sua dieta de plantas cultivadas e um pouco de peixe contrasta com os alimentos mais ricos encontrados perto das pirâmides. Os caminhos terminam perto da entrada, onde uma pequena mostra exibe o cordão com nós encontrado no sítio.

Breve história

A cultura Caral se desenvolveu no vale de Supe a partir de cerca de 3000 a.C., e a própria cidade foi ocupada de cerca de 2600 a.C. a 2000 a.C., numa época em que não existia nenhuma cidade comparável em outro lugar das Américas. Seus cerca de 3.000 habitantes viviam do cultivo de algodão e de alimentos e do comércio com as cidades pesqueiras do litoral, e não foram encontrados sinais de guerra. Max Uhle registrou os montes em 1905 sem reconhecê-los como pirâmides, e Paul Kosok os estudou em 1948. As escavações sistemáticas começaram sob a direção de Ruth Shady em 1994, e a datação por radiocarbono confirmou a grande antiguidade do sítio. Caral se tornou Patrimônio Mundial da UNESCO em 2009.

Como chegar

Caral fica cerca de 182 km ao norte de Lima e 23 km para o interior a partir do litoral. Os ônibus pela Rodovia Pan-Americana de Lima a Supe ou Barranca levam cerca de três horas, dependendo do trânsito na saída da capital. De Supe, carros compartilhados e táxis seguem a estrada do vale para o leste até a aldeia de Caral; o último trecho é de terra, e o trajeto leva cerca de 45 minutos. Do estacionamento, uma curta caminhada atravessando o leito do rio e subindo até o terraço leva à entrada. O aeroporto Jorge Chávez, de Lima, é o aeroporto internacional mais próximo, e a viagem inteira de carro particular leva de três horas e meia a quatro horas em cada sentido.

Regras e o que levar

Os visitantes devem permanecer nos caminhos sinalizados e seguir o guia; é proibido subir nas pirâmides ou entrar nas áreas de escavação. Drones precisam de autorização do sítio. Leve água, protetor solar, chapéu e óculos de sol, pois o terraço é um deserto seco quase sem sombra, mesmo quando o litoral está cinzento. Use sapatos fechados para os caminhos poeirentos. Há banheiros perto da entrada e alguns lugares simples para comer na aldeia; muitos passeios param para almoçar em Supe ou Barranca.

Quando ir

A maioria dos passeios saindo de Lima chega por volta do fim da manhã, depois de deixar a capital ao amanhecer, e os grupos fazem a visita durante o meio do dia. O sítio raramente fica cheio nos dias úteis, mas grupos escolares e famílias peruanas vêm nos fins de semana e feriados.

Ao contrário do litoral de Lima, cinzento e úmido de junho a outubro, o vale de Supe, mais para o interior, costuma ter sol nesses meses, o que faz deles uma época confortável para ir. De janeiro a março, o deserto é quente e o sol é forte ao meio-dia, então use chapéu e beba bastante água. A chuva é rara em qualquer época, mas nos anos de chuvas fortes no litoral a estrada do vale pode ficar interrompida por alguns dias. Reserve cerca de duas horas para o circuito e um dia inteiro para a ida e volta saindo de Lima.

Combine com

Áspero, a cidade pesqueira da mesma cultura perto da foz do rio Supe, e Peñico, aberto aos visitantes em 2025, podem ser acrescentados com carro. Bandurria, perto de Huacho, cerca de uma hora ao sul, é outro sítio muito antigo. Ao norte de Barranca, a fortaleza de adobe de Paramonga fica a cerca de 30 minutos.

Em resumo

HorárioDas 9h às 17h todos os dias; última entrada por volta das 16h
FechadoAberto todos os dias
Entradaa partir de PEN 11; o guia obrigatório do sítio é pago à parte
Tempo de visitaCerca de 2 horas no sítio
Melhor épocaNo fim da manhã num dia útil; de abril a dezembro, evitando os meses mais quentes
ReservaNão é preciso reservar; pague na entrada
AcessibilidadeCaminhos de terra e cascalho num terraço desértico; pouca sombra; quase todo plano, mas não adequado para cadeiras de rodas
Como chegarÔnibus de Lima a Supe ou Barranca, cerca de 3 horas, e depois táxi vale acima, cerca de 45 minutos
Fundação2600 a.C.
Abandono1800 a.C.
CivilizaçãoAndina
Área1.5 km²
Altura28 m
Altitude350 m de altitude
UNESCOPatrimônio Mundial
Sitecaralperu.gob.pe/nueva/principal_ing.html
VerificadoOctober 2026

Perguntas frequentes

Qual é o horário de funcionamento de Caral?

Das 9h às 17h todos os dias; última entrada por volta das 16h. Fechado: Aberto todos os dias.

Quanto custa a entrada de Caral?

Entrada: a partir de PEN 11; o guia obrigatório do sítio é pago à parte.

Quanto tempo é preciso para visitar Caral?

Reserve Cerca de 2 horas no sítio para visitar Caral.

É preciso reservar a visita a Caral com antecedência?

Não é preciso reservar; pague na entrada.

É possível reservar online um ingresso ou passeio para Caral?

Sim. A GetYourGuide oferece 21 ingressos e passeios para Caral, com datas e preços atualizados e cancelamento gratuito na maioria dos casos.

Qual é a melhor época para visitar Caral?

No fim da manhã num dia útil; de abril a dezembro, evitando os meses mais quentes.

Como chegar a Caral?

Ônibus de Lima a Supe ou Barranca, cerca de 3 horas, e depois táxi vale acima, cerca de 45 minutos.

Como é a acessibilidade de Caral e como é o terreno?

Caminhos de terra e cascalho num terraço desértico; pouca sombra; quase todo plano, mas não adequado para cadeiras de rodas.

Vale a pena visitar Caral?

Vale a pena para ver a primeira cidade monumental das Américas, com um guia do sítio que a explica. Evite ou encurte a visita se não gosta de longos dias de estrada: a viagem saindo de Lima exige sete ou oito horas ao volante, e as ruínas são plataformas cor de terra.

De quando data Caral?

Caral data de 2600 a.C.. O local foi abandonado em 1800 a.C..

Caral é Patrimônio Mundial da UNESCO?

Sim. Caral é Patrimônio Mundial da UNESCO.

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