Cidade antiga · Romana · Portugal
Conímbriga
Conímbriga é uma das maiores cidades romanas escavadas em Portugal, 16 km ao sul de Coimbra, com fórum, termas, um aqueduto e casas com pisos de mosaico dentro de uma muralha romana tardia de cerca de 1,5 km. A Casa dos Repuxos, onde jatos de água ainda brotam entre os mosaicos, é o destaque, e um museu no local exibe os achados.
Foto: Elisardojm, CC BY-SA 3.0
Ingressos para Conímbriga: qual escolher
Nossa escolha para cada tipo de visita, com datas e preços atualizados da GetYourGuide. Cancelamento gratuito na maioria.
Ideal para: Por conta própria, no seu ritmo
Inclui a entrada nas ruínas e no museu num só ingresso, para que você chegue de carro ou ônibus e siga o roteiro abaixo sem enfrentar fila no balcão.
- Um bate-volta saindo de Lisboa: From lisbon conimbriga roman city tour with museum entry Transporte para as duas horas de estrada em cada sentido, guia dentro das muralhas e entrada no museu incluídos; a escolha prática se você não tem carro e está hospedado em Lisboa.
- Viajantes ativos hospedados em Coimbra: From coimbra e bike tour of the roman ruins of conimbriga As bicicletas elétricas tornam fácil o percurso de 16 km pelo campo, e você chega ao sítio sem depender dos ônibus pouco frequentes.
Ingressos e passeios: todas as opções
A entrada é simples: um único ingresso, comprado no centro de visitantes, cobre as ruínas e o museu, e raramente é preciso reservar com antecedência. A GetYourGuide revende o mesmo ingresso para quem prefere pagar antes. Não existe ingresso sem fila, porque quase nunca há fila.
As opções guiadas são de alguns tipos. De Coimbra saem passeios de meio dia com transporte e guia, alguns combinados com os vestígios romanos da própria Coimbra, e passeios privativos que juntam Conímbriga à barroca Biblioteca Joanina da universidade, que exige ingresso próprio com horário marcado. Um passeio de bicicleta elétrica saindo de Coimbra cobre a ida e a volta com guia. Outro passeio de meio dia acrescenta as grutas calcárias das serras de Sicó, ao sul. De Lisboa, os passeios de dia inteiro incluem transporte e entrada no museu, com cerca de duas horas de estrada em cada sentido e muitas vezes uma parada em outro lugar na volta.
O sítio é bem sinalizado em português e inglês, e o museu explica a vida cotidiana com clareza, por isso um guia é menos indispensável do que em sítios maiores. Se você tem carro ou consegue usar o ônibus, o ingresso normal é a opção sensata. Sem carro, um meio dia guiado a partir de Coimbra é a forma mais fácil de ir; de Lisboa, o bate-volta poupa uma conexão complicada.
O que ver em Conímbriga
Casa dos Repuxos
Logo fora da muralha tardia, perto do caminho que vem do centro de visitantes, esta grande casa do século II é protegida por uma cobertura moderna e passarelas. Seus pisos são cobertos de mosaicos com cenas de caça e mitológicas, e o jardim central tem centenas de pequenos jatos de água que são ligados a intervalos. Percorra a passarela elevada devagar: os melhores painéis ficam nas bordas.
Casa de Cantaber
Passando a porta principal, à direita, está a maior casa da cidade, com pátios com colunas, jardins e termas particulares. Leva o nome de Cantaber, cuja mulher e filhos foram levados quando os suevos atacaram a cidade na década de 460. Seus cômodos mostram como uma família rica vivia com conforto colada às defesas.
6 ingressos e passeios para Conímbriga
Datas e preços atualizados da GetYourGuide. Cancelamento gratuito na maioria dos ingressos.
Muralha e porta romanas tardias
Construída no fim do século III, a muralha cortou ao meio a cidade anterior, e é por isso que há casas requintadas dos dois lados dela. A porta era defendida por torres, e um trecho da estrada romana passa por ela. Observe as pedras embutidas na muralha: muitas foram retiradas de edifícios mais antigos demolidos às pressas.
Fórum e templo
A uma curta caminhada ao norte da porta, o fórum foi reconstruído no reinado de Vespasiano, quando Conímbriga se tornou um municipium autônomo. Pouco se ergue acima do solo, mas a plataforma elevada do templo do culto imperial e o contorno da praça com colunatas são nítidos. Painéis informativos mostram como era o conjunto quando estava completo.
Termas e aqueduto
Ao sul do fórum ficam as termas públicas, onde estão expostos os pilares que sustentavam os pisos aquecidos. A água chegava à cidade por um aqueduto de cerca de 3,5 km vindo de uma nascente em Alcabideque, e seu final, com a torre que distribuía o abastecimento, fica perto da muralha. Daqui o caminho faz a volta em direção ao centro de visitantes.
Museu de sítio
Termine no museu junto à entrada, inaugurado em 1962, que exibe o que saiu da terra: moedas, instrumentos cirúrgicos, lamparinas a óleo, cerâmica, joias e esculturas, com maquetes da cidade. O café e restaurante no mesmo edifício tem um terraço com vista para o vale, e a loja vende guias em vários idiomas.
Breve história
Um povoado de colina existiu aqui desde cerca do século IX a.C., habitado pelos cónios antes da chegada dos romanos, por volta de 139 a.C., durante as campanhas de Décimo Júnio Bruto. A cidade tornou-se municipium sob Vespasiano, entre 69 e 79 d.C., e acredita-se que tenha tido cerca de 10.600 habitantes. No fim do século III, uma muralha mais curta substituiu o circuito anterior. Os suevos saquearam a cidade entre 465 e 468, e no século VI seu bispado mudou-se para a vizinha Aeminium, que adotou o nome que se tornou Coimbra. As escavações começaram em 1873, o Estado comprou o terreno e assumiu a escavação em 1930, e o sítio é Monumento Nacional desde 1910.
Como chegar
Coimbra é a base. Os trens rápidos de Lisboa chegam a Coimbra-B em cerca de uma hora e quarenta e cinco minutos, e o Porto fica a uma hora; os aeroportos mais próximos são os do Porto e de Lisboa. Da rodoviária de Coimbra, ônibus regionais vão a Condeixa-a-Nova várias vezes por dia, e alguns seguem até as ruínas. Caso contrário, é uma caminhada de cerca de 2 km, uns 25 minutos, a partir de Condeixa por uma estrada sinalizada que em alguns trechos tem pouca calçada.
Um táxi de Coimbra leva cerca de 20 minutos. De carro, saia da autoestrada A1 ou do IC2 em Condeixa e siga as placas marrons; há um estacionamento gratuito junto ao centro de visitantes, onde ficam a bilheteria e o início do caminho.
Regras e o que levar
Fique nos caminhos e passarelas, não pise nos mosaicos nem suba nos muros, e não deixe as crianças escalarem as ruínas. Drones precisam de autorização do sítio. A sombra é escassa, então no verão leve chapéu, protetor solar e água, e use calçados com boa aderência para o calçamento gasto. Banheiros, um café e um restaurante ficam no centro de visitantes, na entrada, mas não há nada entre as próprias ruínas.
Quando ir
As horas mais tranquilas são a primeira depois da abertura e o fim da tarde. Grupos escolares visitam nas manhãs dos dias úteis na primavera, e os ônibus de excursão vindos de Lisboa ou de Fátima costumam chegar no fim da manhã, lotando por algum tempo as passarelas da Casa dos Repuxos. Se você vier de ônibus, verifique antes os horários de volta, pois são eles que decidem quanto tempo você pode ficar.
Abril a junho e setembro a outubro são os melhores meses, com dias amenos e campo verde. Em julho e agosto, o calor do interior pode passar de 35 graus no sítio exposto, então vá cedo. O inverno traz chuva e dias curtos, mas pouquíssimos visitantes, e os mosaicos molhados mostram bem as suas cores. Reserve cerca de duas horas para as ruínas e o museu, três se quiser almoçar no terraço ou observar com calma cada casa.
Combine com
Coimbra, a 20 minutos, tem a antiga universidade com a Biblioteca Joanina e o Museu Machado de Castro, construído sobre um criptopórtico romano e que guarda achados mais antigos de Conímbriga. A pequena cidade de Condeixa-a-Nova fica a 2 km das ruínas. Ao sul, o castelo de Penela e as grutas das serras de Sicó rendem uma tarde fácil de carro.
Em resumo
| Horário | Durante o dia, geralmente das 10h até o início da noite; confirme os horários atuais antes de ir |
|---|---|
| Fechado | Normalmente aberto todos os dias; fechado nos principais feriados |
| Entrada | Um ingresso único de preço modesto cobre as ruínas e o museu |
| Tempo de visita | 2 a 3 horas |
| Melhor época | Na abertura ou no fim da tarde; de abril a junho e de setembro a outubro |
| Reserva | Pague na entrada; reserve com antecedência só uma visita guiada ou um bate-volta |
| Acessibilidade | Trilhas de cascalho e calçamento romano irregular com pouca sombra; museu sem degraus, ruínas só em parte |
| Como chegar | Ônibus ou táxi a partir de Coimbra, cerca de 20 minutos por estrada; Condeixa-a-Nova fica a 2 km |
| Fundação | 850 a.C. |
| Abandono | 465 d.C. |
| Escavações | 1873 |
| Civilização | Romana |
| Verificado | October 2026 |
Perguntas frequentes
Qual é o horário de funcionamento de Conímbriga?
Durante o dia, geralmente das 10h até o início da noite; confirme os horários atuais antes de ir. Fechado: Normalmente aberto todos os dias; fechado nos principais feriados.
Quanto custa a entrada de Conímbriga?
Entrada: Um ingresso único de preço modesto cobre as ruínas e o museu.
Quanto tempo é preciso para visitar Conímbriga?
Reserve 2 a 3 horas para visitar Conímbriga.
É preciso reservar a visita a Conímbriga com antecedência?
Pague na entrada; reserve com antecedência só uma visita guiada ou um bate-volta.
É possível reservar online um ingresso ou passeio para Conímbriga?
Sim. A GetYourGuide oferece 6 ingressos e passeios para Conímbriga, com datas e preços atualizados e cancelamento gratuito na maioria dos casos.
Qual é a melhor época para visitar Conímbriga?
Na abertura ou no fim da tarde; de abril a junho e de setembro a outubro.
Como chegar a Conímbriga?
Ônibus ou táxi a partir de Coimbra, cerca de 20 minutos por estrada; Condeixa-a-Nova fica a 2 km.
Como é a acessibilidade de Conímbriga e como é o terreno?
Trilhas de cascalho e calçamento romano irregular com pouca sombra; museu sem degraus, ruínas só em parte.
Vale a pena visitar Conímbriga?
Vale a pena pelos melhores mosaicos romanos de Portugal e por um meio dia tranquilo a partir de Coimbra. Evite ou encurte a visita se você já viu Mérida ou os grandes sítios italianos, ou se depende dos ônibus, que circulam só algumas vezes por dia.
De quando data Conímbriga?
Conímbriga data de 850 a.C.. O local foi abandonado em 465 d.C.. As escavações começaram em 1873.