Anta Grande do Zambujeiro
a 76 km
A Anta Grande do Zambujeiro é uma câmara funerária neolítica na região de sobreiros a sudoeste de Évora, construída…
1 ingresso ou passeio
Cidade antiga · Romana · Portugal
As ruínas romanas de Tróia são os restos de um dos maiores centros de salga de peixe do mundo romano, na península de Tróia, em frente a Setúbal, em Portugal. Conservam-se cerca de 25 oficinas com 182 tanques de salga, além de termas, cemitérios e uma basílica paleocristã, em uso do século I ao século VI d.C. Ficam à beira do estuário do Sado.
Foto: Alvesgaspar, CC BY-SA 4.0
Nada referente às ruínas de Tróia é vendido na GetYourGuide. O sítio é administrado em parceria com a empresa do resort de Tróia, que financia as escavações e organiza as visitas. A entrada é feita com um ingresso modesto comprado na chegada, sem limite de visitantes, mas o sítio só abre em parte do ano e em dias determinados, por isso confira o horário antes de atravessar o estuário.
As visitas guiadas e, no verão, passeios de barco ocasionais desde a marina de Tróia pelo estuário até as ruínas são oferecidos pelos operadores do sítio e valem a reserva se você quiser conhecer toda a história da indústria de salga. Por conta própria, siga o percurso sinalizado com seus painéis, que explicam os tanques, as termas e as áreas funerárias.
A maioria dos visitantes vem de Lisboa ou de Setúbal para passar um dia na península, combinando as ruínas com as praias e um passeio de barco para observar golfinhos no Sado, que é o principal produto vendido em Setúbal. Os passeios de golfinhos não param nas ruínas, mas alguns passam perto o bastante para vê-las a partir da água. Os passeios de um dia saindo de Lisboa para a costa da Arrábida e Setúbal raramente incluem Tróia. O plano mais sensato é pegar a balsa da manhã em Setúbal, passar uma hora nas ruínas, por conta própria ou com guia, e depois a tarde na praia.
Comece pelas oficinas junto ao estuário, a razão de ser do sítio. Fileiras de tanques quadrados, muitos revestidos de argamassa impermeável, agrupam-se em edifícios de tamanhos diferentes; a maior oficina ocupava mais de 1.000 metros quadrados e tinha 19 tanques. O peixe do estuário era salgado aqui ou transformado em molhos e enviado para todo o império em ânforas.
A uma curta caminhada para o interior fica o complexo termal, com cerca de 450 metros quadrados. É possível seguir a sequência de vestiário, sala fria, sala morna e sala quente, com os restos do aquecimento sob o piso, além de piscinas e uma área de exercícios. As termas serviam os trabalhadores e os proprietários que viviam neste povoado industrial.
Preços atualizados da GetYourGuide para ingressos e passeios que incluem este sítio. Cancelamento gratuito na maioria deles.
Continue até uma das quatro áreas funerárias, onde um mausoléu abriga um columbário: fileiras de nichos nas paredes que antes guardavam urnas com cinzas. Em outros pontos há sepulturas de diferentes períodos, incluindo algumas que seriam enterramentos cristãos do fim do século V, que mostram como os costumes funerários mudaram ao longo da longa vida do sítio.
Perto dali estão os restos de uma basílica do fim do século IV ou do início do século V, construída sobre uma oficina abandonada. O traçado da nave e das paredes é fácil de acompanhar. No edifício foi descoberto um relevo de mármore do deus Mitra, o que sugere um uso pagão anterior e mostra a mistura de crenças no fim da época romana.
Termine na área residencial, onde ficavam as casas dos trabalhadores e dos donos das fábricas, e caminhe até a margem. A vista sobre o Sado até Setúbal e as serras da Arrábida explica por que a indústria cresceu aqui: pesqueiros ricos, salinas ao longo do estuário e um porto abrigado. Parte do sítio já se perdeu com a erosão causada pela água.
Os romanos instalaram oficinas de processamento de peixe na península de Tróia no século I d.C., explorando o peixe e o sal do estuário do Sado, o que fez deste um dos principais centros de salga de peixe do império. O povoado chegou a ter 25 oficinas, casas, termas, quatro cemitérios e, por volta de 400 d.C., uma basílica paleocristã construída sobre uma oficina desativada. Permaneceu em uso até o século VI. As ruínas já eram conhecidas no século XVI e foram escavadas pela futura rainha D. Maria I no século XVIII. A Sociedade Arqueológica Lusitana escavou aqui a partir de 1850, e grandes campanhas decorreram de 1948 a 1967. O sítio é Monumento Nacional desde 1910 e consta da lista indicativa de Portugal à UNESCO.
A partir de Setúbal, balsas atravessam o estuário do Sado até a península de Tróia ao longo de todo o dia. Os catamarãs de passageiros chegam à marina de Tróia em cerca de 15 minutos, e as balsas de carros desembarcam no terminal sul em cerca de 25 minutos. As ruínas ficam na margem do estuário, ao sul da marina; de carro ou de táxi o trajeto leva uns dez minutos, e quem vai de bicicleta pode seguir a estrada da península. No verão, verifique se há serviço de barco da marina até as ruínas. Setúbal fica a cerca de 45 minutos de Lisboa de carro ou de trem, e o aeroporto de Lisboa fica a uns 50 minutos. Também se chega a Tróia por estrada a partir do sul, pela Comporta, evitando a balsa.
Mantenha-se nos caminhos sinalizados e nos passadiços, e não suba nas paredes nem entre nos tanques, cujas bordas são frágeis. Drones precisam de autorização. O sítio é plano, mas totalmente exposto, com areia e sol forte, por isso leve água, chapéu, protetor solar e sapatos fechados. Os mosquitos podem incomodar perto do estuário ao entardecer. A infraestrutura no local é limitada, por isso planeje refeições e banheiros em função da marina de Tróia ou de Setúbal.
As ruínas abrem só em parte do ano, sobretudo da primavera ao outono, e não todos os dias, por isso confira a temporada e o horário atuais antes de pegar a balsa. Dentro dessa temporada, venha de manhã ou no fim da tarde: o sítio não tem sombra, e em julho e agosto o sol e o reflexo da areia já são fortes ao meio-dia.
Maio, junho e setembro são os melhores meses, quentes o bastante para a praia depois, mas mais tranquilos que o auge do verão. Julho e agosto trazem famílias de Lisboa às praias de Tróia e longas filas para a balsa de carros nos fins de semana, por isso pegue o catamarã de passageiros ou atravesse cedo. As ruínas em si raramente parecem cheias, já que a maioria dos banhistas nunca chega até elas. Reserve de uma a duas horas no local, e um dia inteiro se juntar a balsa, uma praia e um passeio para ver golfinhos.
As praias da península de Tróia ficam a poucos minutos de carro. Barcos de observação de golfinhos saem de Setúbal e de Tróia para ver os golfinhos-roazes residentes do Sado. Em Setúbal, o museu de arqueologia guarda achados da região. A costa da Arrábida e o seu parque natural ficam logo a oeste de Setúbal, e o porto de pesca com cais de estacas da Carrasqueira fica a cerca de 30 minutos ao sul.
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| Horário | Abertura sazonal, sobretudo da primavera ao outono; confira o horário atual antes de atravessar |
|---|---|
| Fechado | Fechado no inverno e em alguns dias da semana; confirme antes de ir |
| Entrada | Ingresso de valor baixo; descontos para crianças e idosos |
| Tempo de visita | 1 a 2 horas |
| Melhor época | De manhã ou no fim da tarde; maio, junho e setembro |
| Reserva | Pague na chegada; no verão, reserve com antecedência as visitas guiadas e de barco |
| Acessibilidade | Caminhos de areia e cascalho com alguns passadiços; plano, mas exposto ao sol; difícil para cadeiras de rodas |
| Como chegar | Balsa de Setúbal para Tróia, depois cerca de 10 minutos de carro ou táxi para o sul pela península |
| Fundação | 50 d.C. |
| Abandono | 550 d.C. |
| Civilização | Romana |
| Verificado | October 2026 |
Abertura sazonal, sobretudo da primavera ao outono; confira o horário atual antes de atravessar. Fechado: Fechado no inverno e em alguns dias da semana; confirme antes de ir.
Entrada: Ingresso de valor baixo; descontos para crianças e idosos.
Reserve 1 a 2 horas para visitar Ruínas Romanas de Tróia.
Pague na chegada; no verão, reserve com antecedência as visitas guiadas e de barco.
Sim. A GetYourGuide vende ingressos e visitas guiadas cujo roteiro inclui Ruínas Romanas de Tróia; os preços atualizados aparecem nesta página.
De manhã ou no fim da tarde; maio, junho e setembro.
Balsa de Setúbal para Tróia, depois cerca de 10 minutos de carro ou táxi para o sul pela península.
Caminhos de areia e cascalho com alguns passadiços; plano, mas exposto ao sol; difícil para cadeiras de rodas.
Vale a pena pela escala de uma indústria romana de molho de peixe junto ao estuário do Sado, fácil de combinar com a balsa e as praias. Dispense ou encurte a visita se você prefere monumentos a tanques e fundações, ou se a sua viagem cair fora da temporada de abertura.
Ruínas Romanas de Tróia data de 50 d.C.. O local foi abandonado em 550 d.C..